Plataforma de roteirização de cabotagem para frota mista de containers e granéis.
Substituição de planilhas e três sistemas legados por um núcleo único, com camada de integração ao sistema portuário e fechamento operacional em tempo real.
Estúdio brasileiro de engenharia digital, dedicado a construir plataformas, integrações e sistemas internos que sustentam operações reais — sem improviso e sem teatro.
Cada projeto começa com leitura honesta da operação do cliente. Mapeamos o que já funciona, o que precisa ser refeito e o que pode ser descontinuado. Só depois desenhamos a próxima camada.
Substituição de planilhas e três sistemas legados por um núcleo único, com camada de integração ao sistema portuário e fechamento operacional em tempo real.
Onze sistemas conversando por meio de uma única fila de eventos. Reduziu retrabalho de apontamento e fechou a lacuna entre produção e financeiro.
Mesa de crédito com leitura de séries fiscais, energia e logística para perfilar tomadores fora do score tradicional.
Padronizamos fluxos entre unidades com legados distintos, mantendo autonomia local. O sistema sustenta a triagem ambulatorial diária.
Relatório de oito semanas com mapa de risco, dívida técnica priorizada e plano de continuidade. Subsidiou negociação de valuation.
Software industrial não é o que aparece em capa de revista. É o sistema que processa o pedido na sexta-feira à noite, sem ninguém olhando, e ainda assim entrega o relatório correto na segunda pela manhã. É disso que tratamos.
Não somos generalistas e não somos terceirizados de qualquer demanda. Aceitamos trabalhos onde nossa metodologia se sustenta no longo prazo.
Construção de sistemas internos que substituem planilhas, sistemas comprados sem ajuste e improvisos acumulados. Trabalhamos com escopo iterativo, definido por ciclos de quatro semanas com entregas em produção.
Camadas de tradução entre sistemas que precisam conversar — ERPs, sistemas fiscais, marketplaces, chão de fábrica, parceiros externos. Documentamos, versionamos e mantemos contratos de dados explícitos.
Pipelines confiáveis, modelagem de domínio e camadas analíticas que sustentam decisão. Cuidamos da governança de dados antes de pensar em dashboards.
Relatórios estruturados sobre sistemas legados — para sucessão, due diligence, aporte ou simples decisão de continuidade. Entregamos posição clara, com riscos quantificados e plano de remediação.
Fundado em 2015 em São Paulo, sem rotação de sócios.
Sistemas ativos que processam operação real, todos os dias.
Sem subcontratação. O time que vende é o time que entrega.
Contratos renovados após a primeira entrega ciclo.
Trabalhamos em ciclos curtos, cada um terminando em código em produção. Sem fases longas de descoberta, sem documentos que nunca viram software.
Duas a três semanas dentro da operação. Conversamos com quem usa o sistema todo dia, não apenas com o patrocinador.
Definimos o pedaço mais valioso para construir primeiro. Recusamos escopos que parecem grandes demais para a maturidade atual do time.
Cada ciclo termina em produção, com usuários reais. Sem ambientes de homologação eternos. O feedback é o que orienta o ciclo seguinte.
Documentação operacional, treinamento do time interno e contrato de manutenção quando o cliente prefere absorver. Sem dependência forçada.
Selecionamos relatos de clientes em contratos atuais. Texto editado para concisão, com aprovação prévia. (Identificadores fictícios apenas em demonstração de layout.)
A primeira diferença que notei foi de postura. Recebemos um relatório de oito páginas antes de qualquer proposta técnica. Saímos com clareza sobre o que precisava ser refeito e o que podia esperar mais dois anos.
Contratamos para um trabalho de integração entre ERP e expedição. Saiu da agenda do TI o problema que arrastávamos havia três anos. Continuam responsáveis pela manutenção, com previsibilidade de orçamento.
Buscávamos um parceiro técnico antes de uma rodada com investidores. A auditoria foi rigorosa, mas o que ficou na mesa foi o plano de remediação, não um relatório de problemas. Conseguimos negociar valuation com base nisso.
Operamos em 38 unidades com sistemas completamente diferentes. A entrega respeitou nossa autonomia local e padronizou o que precisava ser padronizado. Hoje o agendamento ambulatorial é uma camada, não uma colcha.
Atendemos um número restrito de novos projetos por trimestre. A primeira conversa é técnica e dura cerca de quarenta minutos. Não há proposta sem leitura prévia.
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