horizontegrid® Falar conosco
Estúdio · São Paulo · desde 2015

Construímos software como quem constrói infraestrutura.

Onze anos, um endereço só, uma equipe interna. O método nasce dessa estabilidade: a continuidade do time é o que permite ciclos curtos com responsabilidade longa.

Origem

Por que existimos

O Horizonte Grid nasceu em 2015, em uma sala compartilhada na Vila Olímpia, com três engenheiros que vinham de equipes internas de bancos e operadoras logísticas. A motivação inicial era específica: prestar a mesma qualidade de engenharia que entregavam dentro de grandes operações, agora para empresas médias que não tinham capacidade de manter time próprio.

O posicionamento se manteve. Atendemos operações cuja paralisação tem custo mensurável — logística, indústria, saúde, crédito. O que separa um sistema bem feito de um sistema improvisado, nesses contextos, é raramente visível na superfície. Está no contrato de dados, na cobertura de testes, na ordem dos deploys, na capacidade do time interno de continuar mantendo o que entregamos.

Hoje somos dezoito engenheiros e dois sócios operacionais. O critério para crescer continua sendo a capacidade de manter o método sem diluir o time.

Princípios

Sete posições técnicas que orientam o trabalho.

Princípios são posições que tomamos antes da pressão chegar. Sustentam decisões que parecem pequenas no dia a dia e se acumulam no resultado final.

01

Código em produção, não documento em pasta.

Diagramas, especificações e roadmaps servem para apoiar a decisão. Nenhum substitui o sistema funcionando com usuários reais.

02

O time que vende é o time que entrega.

Não há camada comercial intermediária. Quem conversa com o cliente nas primeiras semanas é quem responde pelo projeto até o fim.

03

Ciclos curtos, escopo recortado.

Recusamos contratos com escopo grande demais para a maturidade atual do cliente. Aceitamos o recorte que cabe em quatro semanas.

04

Sem subcontratação invisível.

Todo engenheiro alocado em projeto é interno e identificado. Não terceirizamos partes do código para fornecedores que o cliente desconhece.

05

Documentação operacional é entrega.

Toda transição inclui material para o time interno do cliente assumir, caso decida. Dependência forçada é falha de método.

06

Tecnologia subordinada ao problema.

Escolhemos linguagens, frameworks e bancos pelo encaixe com o problema do cliente, não pela conveniência de quem desenvolve.

07

Recusa é parte do trabalho.

Recusamos cerca de um terço das propostas recebidas. Sempre que o método não se sustenta no longo prazo, indicamos outro fornecedor.

Equipe permanente

Algumas das pessoas que respondem pelo trabalho.

Equipe interna, sem rotação no quadro societário desde 2015. Lista parcial — os engenheiros estão organizados em três células: plataformas, dados e auditoria.

MV
Marcelo Vargas
Sócio · Engenharia de Plataforma

Treze anos em sistemas de retaguarda bancária antes de fundar o estúdio. Conduz a célula de plataformas e responde por arquitetura.

DC
Daniela Cestaroli
Sócia · Engenharia de Dados

Veio de operação logística internacional. Coordena pipelines analíticos e modelos de risco em contratos de longo prazo.

RP
Rafael Pinheiro
Engenheiro Principal · Integrações

Responsável pela camada de eventos que atende contratos industriais. Atuação técnica em sistemas SAP e MES.

FN
Fernanda Nakamura
Engenheira de Interfaces Operacionais

Desenha interfaces para uso intenso e prolongado. Trabalha próxima aos usuários finais durante a fase de leitura.

JS
João Sertã
Coordenador de Auditoria Técnica

Conduz relatórios de due diligence técnica. Atuação anterior em consultoria estratégica e governança de TI.

LB
Letícia Bertelli
Coordenadora de Operações

Cuida da continuidade entre os ciclos de quatro semanas. Ponto de contato administrativo para os clientes ativos.

Não construímos software para reuniões de diretoria. Construímos para o turno da madrugada — quando ninguém está olhando, mas o pedido precisa ser processado e o relatório precisa estar correto na manhã seguinte. É um padrão diferente.

Marcelo Vargas · Sócio fundador
Conversa técnica

Se há sintonia com o método, vale uma primeira conversa.

A primeira conversa é com um dos sócios e dura cerca de quarenta minutos. Não há proposta sem antes uma leitura preliminar da operação.

Agendar conversa